quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pessoal, lembram desse poema?

                                                                                  Poema de um louco

Era uma noite ,o sol brilhava no horizonte montanhoso.
Estava eu andando parado, sentado de pé numa pedra de pau,
com os olhos arregalados quase fechando, quando não muito
longe dali, havia um bosque sem árvores.
Os passarinhos pastavam alegremente, enquanto as vacas
cantavam pulando de galho em galho a procura de seus ninhos e
os elefantes descansavam à sombra de um pé de alface.
Resolvi voltar depressa vagarosamente pra casa.
Chegando pela porta da frente, que ficava nos fundos.
No quarto deitei meu paletó na cama e me pendurei no cabide.
Passei a noite em claro, pois esqueci de apagar as luzes.
Sonhei que estava acordado ,quando acordei sonhei que estava
dormindo.
Levantei-me e fui ao banheiro, onde resolvi almoçar, logo
senti um gosto horrível na boca, havia comido o guardanapo
e limpado a boca com o bife.
Fui então até o jardim e lá eu encontrei um papel em branco,
que estava escrito: assim diziam aqueles nove profetas
que eram três, Jacó e Pedro.
“O mundo é mesmo uma bola quadrada, diante disso prefiro a
morte do que morrer”.
Era uma noite ,o sol brilhava no horizonte montanhoso.
 
Autor desconhecido

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Búúúúúuu!!!!! Lendas Urbanas

     A revista Nova Escola publicou um material superinteressante sobre lendas urbanas, e é claro que usei com minha turma querida e criativa.

     Bicho-papão, mula sem cabeça e o famoso Pé-grande são algumas das figuras lendárias cujas histórias assustaram muita gente por séculos. Mas à medida que as populações começaram a se concentrar mais nas cidades do que no campo esses personagens folclóricos perderam espaço. Afinal, seus perfis não combinavam com o ambiente e a cultura urbana.

No lugar deles, os contos populares elegeram outros protagonistas, como o homem do saco, palhaços que roubam órgãos das crianças, brinquedos assassinos ou uma loira  que aterroriza alunos nos banheiros das escolas. Assim surgiram as lendas urbanas.

     Primeiramente conversamos um pouco sobre esse subgênero (que faz parte do gênero lenda) diferenciamos as lendas urbanas das folclóricas e li algumas dessas lendas para a turma...

disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/leitura-producao-lendas-urbanas-651525.shtml?page=all

Vejam algumas delas:






                                                                                               A loira do banheiro


     Os temas sobrenaturais são os preferidos das lendas urbanas. Este é o caso do conto sobre a loira do banheiro provavelmente inventado por um periódico sensacionalista brasileiro inspirado nas narrativas norte-americanas sobre bruxas. A lenda que logo espalhou-se no boca a boca pelas escolas do país conta que uma adolescente loira e bonita adorava cabular as aulas e muitas vezes ficava no banheiro da escola. Numa dessas, ela teria escorregado, batido a cabeça no chão e morrido. Sua alma, no entanto, não se conformou com tamanha fatalidade e passou a frequentar os banheiros das escolas assustando garotas e garotos que estavam por lá matando aula. Como era de se esperar, vários estudantes afirmaram ter visto a loira do banheiro e a descreveram como pálida, com cicatrizes na cabeça e algodão enfiado no nariz para o sangue não escorrer (algo estranho para um fantasma que teoricamente não deveria ter mais sangue nas veias). Segundo a crença popular, se você for ao banheiro pretendendo cabular aula e não encontrar a loira é só fazer um ritual que ela aparece: acione a descarga por três vezes, chute a privada e vire-se rapidamente para o espelho.
 
 
 

                              O passeio da alma penada

      Esta é uma lenda urbana tão popular no Brasil quanto nos Estados Unidos. Na versão nacional, uma garota pega um táxi num ponto próximo a um cemitério e pede ao motorista para levá-la para dar uma volta pela cidade e retornar ao mesmo ponto de partida. Ao final do passeio ela dá o endereço da casa de seus pais ao taxista e pede que ele vá lá receber o pagamento pela corrida. Ao chegar e contar o caso ao pai da garota ele é surpreendido pela notícia de que ela já morreu há alguns anos. Na versão norte-americana, a lenda tem como cenário uma estrada e como personagens um motorista solitário e uma garota pedindo carona. Ao final da carona, o motorista percebe que ela esqueceu algo no carro e, quando vai lhe devolver o objeto na casa em que ela entrou, descobre que a garota faleceu em um acidente de carro no exato local em que ela estava pedindo carona.



                                                                                                                
                     Chupa-cabra
       Apesar de as histórias sobre esta temível criatura terem começado em Porto Rico, não faltaram relatos para tornar a lenda popular (e assustadora) no Brasil durante os anos 1990. Tudo começou em 1995, quando foram descobertas oito cabras mortas com dentadas no pescoço e sangue completamente drenado. Mais de 150 casos semelhantes foram registrados até agosto daquele ano. Em dezembro, o número de animais mortos nestas circunstâncias já ultrapassava a marca de 1 mil. Razão suficiente para dar início à lenda sobre uma criatura semelhante a um morcego. Existem até testemunhas que garantem já terem avistado esse tal vampiro das Américas.


 
                                                                                                             
                                                 Velho do saco

       Nada melhor para educar filhos que contar uma história que vai matá-los de medo, diz a sabedoria popular. E se a lição do dia é sobre obediência, a história do homem do saco é uma boa pedida. Segundo a lenda, um velho assustador que perambula pelas ruas sequestra crianças que saem de casa sem a companhia de um adulto. Outra versão da história (ainda mais cruel com os pequenos), é que o Homem do Saco faria o trabalho inverso ao do bom velhinho: ao invés de visitar as crianças boazinhas e deixar presentes, como o Papai Noel, o velho malvado visitaria apenas os desobedientes e os levaria embora dentro de seu saco.
















Após a leitura chegou a hora de pôr a criatividade em ação.  A atividade era criar uma lenda urbana (redação). Fizemos um concurso e a melhor delas será publicada em breve neste blog, para que possamos compartilhar com todos. 
      Aguardem...
      


 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Paródia da Música "Esse cara sou eu" em homenagem às mães...

Foi feita uma competição para escolher  a melhor paródia da turma, porém foi uma tarefa muito difícil já que escreveram maravilhas, resolvi adaptar os melhores versos em uma só paródia. Vejam que linda ficou...
 
Essa é minha mãe

A mãe que pensa em você toda hora
Que te espera na porta se você demora
Que está todo tempo te ensinando a viver
E que já não sabe viver sem você
E no facebook te chama
Só pra dizer que ama
Essa é minha mãe
A mãe que pega você pelo braço
Que te ensinou a amarrar os cadarços
Está do seu lado pro que der e vier
Te faz lavar o tênis que fede a chulé
Por você ela encara o perigo
E te faz pagar mico
Essa é minha mãe
A mulher que ama você do seu jeito
E só no seu colo você dorme direito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te diz tantas coisas que te acalma a dor
De manhã perguntando te diz
Filho, estás feliz?
Essa é minha mãe
Ela é a mãe certa pra você
A que te faz feliz e que te adora
Que te põe no colo quando você chora
Essa é minha mãe
Aquela que sempre te espera sorrindo
Que prepara o lanche quando você vem vindo
Te beija na testa, te abraça feliz
Com os olhos brilhando te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Porque ela te ama
Essa é minha mãe
Essa é minha mãe...


Letra de: João Pedro Aloy, Robert Marcowich Rocha, Luana Royer  Alessandretti, Odlaner Terra Pereira, Júlia Corrêa Rodrigues, Mateus Lima Perez, Eduarda Braga Fernandes e Eduardo Ramson Sanes.